Ordem de Santiago da Espada

Atenção: uma parte deste texto é historicamente acurada, parte é ficção. Para não confundir os conhecimentos de história do leitor, destacamos a parte fictícia em vermelho.


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O Brasil dos outros 500

 Ordens e organizações


Caixa de texto:  A Ordem de Santiago de Castela foi fundada em Castela em 1070 para auxiliar os pobres, defender os peregrinos e fazer a guerra aos muçulmanos segundo o modelo das Ordens dos Templários e dos Hospitalários, mas tendo como função principal a defesa da peregrinação a Santiago de Compostela, em vez da Terra Santa. Foi reconhecida pelo Papa em 1175.

O ramo português tornou-se autônomo em 1288 com o nome de Ordem de Santiago da Espada, usando uma cruz púrpura, em vez de vermelha. Foi novamente reunida à ordem castelhana pelo Papa João XXII, mas definitivamente separada a partir de 1320.

Após a fuga para o Brasil em 1590, a Ordem de Santiago da Espada foi reformada de forma semelhante às Ordem de Cristo e Avis. Seguiu, porém, um caminho diferente: dedicou-se cada vez mais a atividades educacionais, científicas e culturais.

Não abandonou de todo, porém, as origens militares. Mantém uma força de cinco mil cavaleiros combatentes, além dos 20 mil em funções não-militares e de 100 mil dependentes e auxiliares. O ingresso na Ordem de Santiago da Espada é procurado sobretudo por pessoas que desejam dedicar suas vidas à ciência e sua força armada é principalmente uma plataforma de testes para o desenvolvimento de novas tecnologias militares. Em 1780, está pesquisando o uso militar de aeronaves, submarinos, fortalezas móveis (uma espécie de tanque) e foguetes.

Mesmo os cavaleiros de Santiago combatentes tendem a ter sólidos conhecimentos de física e química, além de engenharia militar. Entre os não-combatentes há também astrônomos, historiadores e professores universitários: a Ordem mantém cinco universidades, além de numerosas escolas de ensino fundamental e médio.